[[legacy_image_86906]] A servidora pública Mônica Dias aguarda há nove anos para poder enterrar dignamente sua filha, Roberta Dias, que foi sequestrada e morta em 2012. Na época, Roberta estava grávida e saiu de casa para fazer um exame pré-natal, mas nunca mais voltou. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Investigadores afirmam que o crime foi esclarecido: a sogra de Roberta, Mary Jane Araújo Santos e um amigo do filho dela, Karlo Bruno Pereira Tavares, teriam assassinado a jovem por conta da recusa em fazer um aborto ilegal. Ambos negam a autoria do crime. A mãe de Roberta afirma que sempre soube que a filha estava morta, mas não havia perdido as esperanças de enterrá-la. Um dos acusados do crime chegou a gravar um áudio indicando como Roberta foi morta e também o local, uma área em Piaçabuçu. Um crânio foi encontrado no dia 18 de abril em um local que batia com o descrito no áudio. O Instituto de Criminalística de Alagoas confirmou que os restos mortais encontrados eram de Roberta, mas mesmo assim Mônica não conseguiu enterrar sua filha, pois a Justiça alegou que mais exames eram necessários para esclarecer data e causa da morte. *Com informações do UOL