[[legacy_image_22693]] Os laudos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística (IC) concluíram que o voluntário que participava das pesquisas da CoronaVac morreu em consequência de intoxicação através de agentes químicos. Foi detectada a presença de opioides, álcool e sedativos no sangue da vítima, de 32 anos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! A morte do voluntário, citada como um 'evento adverso grave' foi o motivo para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspender os estudos da vacina contra a Covid-19, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Em nota emitida na quarta-feira (11), a Anvisa justificou dizendo que atendeu aos protocolos previstos, e por isso suspendeu os estudos. No mesmo dia autorizou a retomada. Policiais investigam agora se o caso do voluntário morto foi de suicídio ou overdose, mas laudos deixam claro que nada teve a ver com o teste da vacina. Para Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, a autorização para retomada dos testes foi uma excelente notícia. "Esperamos nesse momento andar com esse processo o mais rápido possível, pois sabemos que um dia sem estudos de vacina já faz diferença. Nós precisamos dessa vacina o quanto antes e por isso a nossa urgência na finalização desse estudo". Ele também agradeceu à Anvisa pela rapidez na autorização para a retomada.