[[legacy_image_244955]] Um homem dormiu dentro de um equipamento de ressonância magnética durante um exame que entrou às 22h30, e acordou somente na manhã do dia seguinte. Ele processou o Hospital da Serra, que fica na grande Vitória, no Espírito Santo, alegando ter sido esquecido no aparelho, mas a Justiça indeferiu o pedido de indenização do homem. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O caso ocorreu em 2015, mas a decisão foi expedida na última quinta-feira (2), pela juíza da 3ª Vara Cível da Serra. Após acordar sozinho na manhã seguinte e perceber o que havia acontecido, ele acionou a polícia pelo 190, e foi orientado a procurar a administração do hospital. Segundo ele, ninguém foi acordá-lo após o fim do exame. Ele relatou ainda que andou de avental do exame pelo hospital, encontrou alguns funcionários, mas não foi atendido por nenhum deles. Ele ainda teve que aguardar por duas horas até ter suas roupas de volta e poder deixar o local. Já o hospital, disse que o homem recebeu as instruções sobre o exame, e permanecer mais tempo na máquina não o prejudicou, visto que o equipamento se desligou ao final do exame, e não utiliza qualquer forma de radiação. Permanecer dentro do aparelho não traria qualquer prejuízo à sua saúde. Disse ainda que por conta do horário, o funcionário acreditou que o homem já teria ido embora. Devido a essa situação, o homem decidiu acionar a unidade de saúde por danos morais, e pediu indenização de vinte salários-mínimos. Na decisão da 3ª Vara Cível, a juíza indeferiu o pedido. Ela reconhece o ato displicente do hospital, mas entendeu que o homem não conseguiu comporvar os fatos narrados para caracterizar algum sofrimento ou angústia que justificasse o pedido. * com informações de g1