[[legacy_image_78408]] O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), confirmou que, a partir de janeiro, haverá o início da revacinação contra a Covid-19, com aplicação das terceiras doses da CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer, e segunda dose da Janssen. O governo estadual planeja aplicar doses de reforço anualmente contra o vírus. O anúncio foi feito neste domingo (11), durante entrevista coletiva. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A ideia é garantir um reforço na imunização das pessoas contra o coronavírus, e em especial contra as variantes. Antes disso, o governo de São Paulo planeja vacinar todos os adultos com ao menos a primeira dose até o dia 20 de agosto, além de iniciar a imunização de adolescentes três dias depois. "A partir de janeiro, o Brasil deverá iniciar um novo ciclo de vacinação, para 2022. Espero que o Ministério da Saúde cumpra seu dever e que todos os brasileiros sejam vacinados", declarou o governador João Doria. Responsável pela produção da CoronaVac e da ButanVac, o Instituto Butantan trabalha para aumentar a eficácia dos imunizantes contra as novas cepas, em especial a Gama ou P.1, descoberta em Manuas e predominante no país. "O Butantan trabalha com a perspectiva de ter uma vacinação anual, de reforço, com as novas cepas circulantes. No nosso planejamento, estarão disponíveis a ButanVac e a CoronaVac com proteção à variante Gama, para dose de reforço. Está no planejamento", declarou o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas. Já o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, reforçou a importância da aplicação das doses adicionais. "Estaremos fazendo um reforço vacinal, estimulando a manutenção de respostas de defesa do organismo contra o coronavírus", explica. Durante a coletiva, o Governo de São Paulo também anunciou a compra de 30 milhões de doses extras da CoronaVac, que serão distribuídas para todas as 645 cidades do estado. O fornecimento das doses já está programado pelo Plano Estadual de Imunização (PEI). Intervalo mantido A coordenadora geral do PEI, Regiane de Paula, disse que o estado não pretende reduzir o intervalo de aplicação das duas doses, em especial da AstraZeneca. A ideia é garantir a imunização com ao menos a primeira dose para o maior número de pessoas o mais rápido possível. "Temos levado esse debate para as reuniões. A estratégia desenhada é de não antecipar, porque os estudos demonstram que, quanto mais tempo, mais imunidade você tem", explica Regiane. [[legacy_image_78409]]