[[legacy_image_100336]] O Governo de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira (8), o fornecimento de merenda extra para 700 mil estudantes da rede estadual de ensino que estão em vulnerabilidade social. A distribuição das refeições começa no dia 27 de setembro. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Para isso, o governador João Doria (PSDB) disse que irá ampliar a oferta de alimentos vindos da agricultura familiar, com intuito de fortalecer a economia e a qualidade da alimentação dos estudantes. "É uma merenda adicional, que os alunos de famílias vulneráveis levarão para suas casas. Pela primeira vez na história, o Governo do Estado ultrapassa a meta de 30% de produtos da agricultura familiar na merenda escolar. Estimulamos a economia local, gerando emprego e renda, e aumentamos a qualidade nutricional da alimentação fornecida à população estudantil do Estado", afirmou Doria, durante entrevista coletiva. A medida atenderá famílias de baixa renda que estão no Cadastro Único da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado. As famílias de estudantes dos públicos atendidos podem manifestar interesse na merenda extra a partir desta quinta-feira (9), através da Secretaria Escolar Digital (SED). As inscrições vão até 19 de setembro. Ainda conforme anunciado na coletiva, os alunos que sofrem com alguma restrição ou patologia relacionada à alimentação serão contemplados com uma dieta especial. Em relação à agricultura familiar, o governo destacou a compra de alimentos como banana, suco de uva integral, feijão, leite em pó, arroz e cesta de alimentos. "Temos trabalhando fortemente na melhoria do cardápio, buscando trazer uma alimentação mais saudável, com a priorização da agricultura familiar, e com a garantia de segurança alimentar para os alunos vulneráveis", disse o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares. "É fundamental dizer que o aluno vai para a escola e vamos dar, para aqueles que precisam, uma refeição a mais, que ele pode comer na escola ou levar para casa", explicou.