BC também prevê lançar Pix Automático no próximo ano, sistema de cobrança aguardado pelas empresas (Marciobnws/Shutterstock) Popular entre os brasileiros, o Pix é um serviço digital de transferências instantâneas. Com sua popularização e alto crescimento, as técnicas de golpe envolvendo esse serviço também avançam na mesma proporção. Conheça os mais comuns e saiba como evitá-los. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Golpe de engenharia social com Whatsapp O golpista escolhe uma vítima, pega sua foto nas redes sociais e, de alguma forma, consegue descobrir os números de telefone de seus contatos. Usando um número novo, ele envia mensagens para amigos e familiares da vítima, afirmando ter trocado de número por algum problema. Em seguida, pede uma transferência via Pix, alegando estar em uma emergência. Para evitar Ao receber uma mensagem de um número desconhecido, é importante confirmar se a pessoa realmente trocou de número. Não faça o Pix ou qualquer outro tipo de transferência sem antes verificar a situação diretamente com a pessoa que está pedindo o dinheiro. Além disso, é preciso ter cautela com a exposição de dados nas redes sociais, como em sorteios ou promoções que pedem o número de telefone. Golpe da clonagem do WhatsApp O criminoso envia uma mensagem pelo app, se passando por uma empresa com a qual a vítima tem cadastro. Ele solicita o código de segurança que já foi enviado por SMS, alegando ser para uma atualização, manutenção ou confirmação de dados. Com essa informação, o golpista consegue clonar a conta de WhatsApp em outro celular e começa a mandar mensagens para os contatos da vítima, pedindo dinheiro via Pix, se passando por ela. Para evitar Uma forma simples de prevenir a clonagem é ativar a "Verificação em duas etapas" no aplicativo. Golpe do falso funcionário de banco O criminoso se passa por um falso atendente do banco. Ele oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave Pix, ou afirma que necessita fazer um teste com o sistema para supostamente regularizar seu cadastro. Outra forma, é quando o golpista envia um SMS falso, supostamente do banco, alertando sobre uma operação suspeita, solicitando que o cliente entre em contato com uma suposta central (falso “0800”). Ao entrar em contato com o número fornecido, a vítima é induzida a passar dados bancários e senha. Com essas informações, o criminoso acessa a conta, menciona transações falsas e pede que a vítima faça novos Pix ou TEDs para contas do golpista, alegando regularizar a situação. Para evitar Nunca faça ligações para números de telefone (0800) recebidos de SMS ou outras mensagens. Opte sempre por ligar para o número central de atendimento do seu banco ou para seu gerente. Os bancos ligam para seus clientes para confirmar supostas transações, mas nunca pedem dados como senhas, dados pessoais ou token durante as ligações. Além disso, eles nunca ligam pedindo para que os clientes façam transferências, Pix ou qualquer tipo de pagamento. Golpe do falso recibo Através de um aplicativo criminoso, os bandidos falsificam comprovantes de pagamento via Pix, incluindo informações como número da conta, nome do destinatário e chave do sistema, fazendo-os parecer legítimos. No entanto, ao verificar sua conta, o recebedor descobre que o dinheiro nunca foi transferido e que foi enganado. Para evitar Em transações comerciais realizadas com Pix, o recebedor deve sempre confirmar se o pagamento foi efetivamente creditado em sua conta antes de entregar o produto ou serviço.