[[legacy_image_223938]] Uma falsa-coral ficou colada em um fita dupla face e precisou ser resgatada no banheiro de uma casa em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. O caso ocorrido na última sexta-feira (16), foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais do biólogo Christian Raboch, da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama). (assista mais abaixo) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o especialista, a cobra estava presa no forro de PVC da residência. Após ser resgatada, Raboch levou o animal para o veterinário, onde foi desprendida da cola. A serpente não sofreu lesões e pôde ser devolvida à natureza. "Chegando lá, o Igor [veterinário] utilizou óleo mineral, que ajuda a desprender, descolando o animal da fita. Durou cerca de 10 a 15 minutos até a gente conseguir remover o animal totalmente", narrou no vídeo. Na noite desta segunda-feira (21), a publicação já acumulava mais de 17 mil curtidas no Instagram. Amplamente distribuída no Brasil, a Erythrolamprus aesculapii é uma das 52 espécies de serpentes não peçonhentas (sem veneno) que apresentam o padrão coralino ou então a cor vermelha em sua coloração e são chamadas de falsas-corais. As cobras coral-verdadeira e falsa-coral são extremamente parecidas e costumam confundir predadores. A espécie é comum em diversas regiões brasileiras. Como forma de defesa, a falsa pode achatar o corpo e enrodilhar a cauda assim como as verdadeiras. Caso encontre uma cobra, a orientação é entrar em contato com os Bombeiros (193) ou com a Polícia Ambiental da sua cidade (190) e em caso de picada deve acionar o Samu (192), os Bombeiros (193) ou se dirigir a um hospital público mais próximo. *Com informações do g1