[[legacy_image_34813]] O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), permanece internado para tratamento de novos focos de câncer, informaram os médicos em boletim divulgado nesta terça-feira (20). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Covas foi internado na última quinta-feira (15) para a realização de exames de controle, que descobriram os novos tumores. Desde então o prefeito está realizando novas sessões de quimioterapia e imunoterapia. Em boletim médico publicado na sexta (16), os médicos anunciaram que o prefeito teria alta "no início da semana, após completar esta etapa do tratamento". No entanto, no comunicado divulgado nesta terça, a equipe médica declarou que "ainda não há previsão de alta hospitalar". Os médicos disseram ainda que Covas está "tolerando bem a medicação" e que "seu quadro é estável". Nas redes sociais, Bruno Covas publicou o boletim médico desta terça (20) e agradeceu o apoio. "A luta continua e o trabalho não pode parar. O apoio e o carinho que recebo todos os dias me dão cada vez mais força. Seguirei como sempre: de cabeça erguida e cumprindo, junto com minha equipe, nossos compromissos com São Paulo", disse Covas nas redes sociais. O prefeito da capital está em tratamento desde 2019 para conter a doença, descoberta inicialmente na transição entre esôfago e estômago, mas sofreu metástase e se espalhou para o fígado e gânglios linfáticos. O tucano está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. David Uip, Dr. Artur Katz, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista. Primeiro diagnóstico em 2019 O prefeito de São Paulo foi diagnosticado com o tumor em outubro de 2019. Na época, o câncer estava na cárdia, localizada na transição entre o estômago e o esôfago e, em seguida, ele começou sessões de quimioterapia. Na época, além do tumor na transição entre o esôfago e o estômago, Covas possui pequenas lesões no fígado e nos gânglios linfáticos. Isso se deve a um processo denominado metástase, que se caracteriza pela migração de células do tumor para outras partes do corpo. De acordo com os médicos, a doença foi traiçoeira, porque não havia sintoma no local. Em janeiro de 2021, após ser reeleito nas eleições municipais e continuar no cargo, Covas anunciou uma nova fase de procedimentos no combate à doença. Ele tirou uma licença de 10 dias para a nova etapa do tratamento, quando passou a ser submetido a sessões de radioterapia. Na época, estavam previstas 24 sessões de radioterapia complementares para o tratamento. *Com informações do G1