O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta para baixas temperaturas em grande parte do país nos próximos dias. O aviso, classificado como amarelo — que indica perigo potencial — abrange cerca de 2,6 mil municípios distribuídos pelo Distrito Federal e por 12 estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A previsão indica queda acentuada das temperaturas principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Em áreas de maior altitude, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de formação de geadas. As mínimas podem variar entre 3°C e 6°C, especialmente nas cidades localizadas nas serras Gaúcha e Catarinense. Além do frio intenso, outro fator que exige atenção é a baixa umidade relativa do ar. De acordo com o Inmet, os índices podem ficar próximos de 30% durante as tardes até segunda-feira (8) em áreas do Centro-Oeste. O cenário também deve atingir partes dos estados de São Paulo e Minas Gerais. A combinação de tempo seco e temperaturas mais baixas aumenta o risco de problemas respiratórios, irritações nos olhos e desconforto para pessoas mais sensíveis. Em reportagem exibida pelo Jornal Nacional neste domingo, especialistas alertaram para a necessidade de reforçar a hidratação, evitar atividades físicas nos períodos mais quentes do dia e manter ambientes umidificados, especialmente em regiões sob alerta para ar seco. Enquanto o Centro-Sul enfrenta o avanço de uma massa de ar frio, o Norte do país segue com características típicas de calor e elevada umidade. A previsão é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. No Nordeste, as chuvas devem se concentrar principalmente nas áreas litorâneas. Entre os destaques estão o Recôncavo Baiano, a faixa costeira entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e regiões do norte do Maranhão. Diante do cenário, a orientação é que a população acompanhe os boletins meteorológicos e redobre os cuidados com crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, grupos mais vulneráveis aos efeitos das mudanças bruscas de temperatura e da baixa umidade do ar.