[[legacy_image_63129]] A fabricante da primeira vacina contra covid-19 do Ocidente, a BioNTech, está construindo uma nova aliança para produção de doses, em um momento de escassez de produto e retomada das infecções em diversos países. A empresa alemã, que tem parceria com a Pfizer para produzir e distribuir sua vacina, formou uma aliança de 13 empresas, incluindo Novartis, Merck KGaA e Sanofi, com a meta de alcançar e talvez superar uma produção de dois bilhões de doses da vacina ainda em 2021. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A União Europeia tem enfrentado problemas para receber vacinas contratadas, já que fabricantes como a sueco-britânica AstraZeneca não têm cumprido promessas de entrega. O bloco foi mais lento do que seus aliados ocidentais para solicitar e aprovar as vacinas, o que aumentou as tensões com o Reino Unido e os EUA. O cofundador e presidente-executivo da BioNTech, Ugur Sahin, disse ao The Wall Street Journal que percebeu no outono passado que a parceria com a Pfizer não seria suficiente para atender à demanda global. Um dos desafios a serem enfrentados pela aliança é o fato da vacina da BioNTech usar novas técnicas sofisticadas que requerem poucos ingredientes e experiência. Além disso, o número de parceiros, a complexidade do processo e as matérias-primas necessárias à produção da vacina da empresa - de DNA a enzimas, sais, açúcares e vários lipídios - tornam a cadeia de abastecimento delicada.