[[legacy_image_47323]] A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana o estudo clínico do primeiro medicamento à base de células-tronco para o tratamento da covid-19. O COVI-MSC TM, desenvolvido pela empresa americana Sorrento Therapeutics, deverá entrar em fase de testes. No Brasil, a empresa é representada pela Synova Pesquisa Científica. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Na fase 2, pesquisadores testarão a segurança, a tolerabilidade e a eficácia no tratamento do desconforto respiratório agudo causado pela covid-19 com um grupo de voluntários. A previsão é de que 100 brasileiros participem dos testes. Um grupo de voluntários vai receber o tratamento e o outro, uma substância inativa (placebo), com seleção aleatória. Nem os cientistas, nem os participantes saberão quem recebeu o quê; esse tipo de teste é chamado de duplo-cego. O COVI-MSC TM é uma forma de "terapia avançada", um grupo de tratamentos inovadores desenvolvidos à base de células ou de genes humanos. Esses medicamentos especiais necessitam de registro sanitário na Anvisa. Até agora, não há registro e aprovação no país de produtos de terapia avançada à base de células para tratamento da covid-19. Os únicos medicamentos aprovados pela Anvisa para tratar a doença são três remédios, todos de acesso restrito a hospitais: o antiviral remdesivir, o primeiro a ser aprovado no Brasil; e o coquetel Regn-CoV2, que combina casirivimabe e imdevimabe, dois remédios experimentais. *Com informações do G1