[[legacy_image_50742]] Os acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte no mundo e o Brasil não fica para trás, motivo que torna este assunto uma importante questão da saúde pública. Em 2019, morreram mais de 30 mil jovens, entre 15 e 29 anos de idade, decorrente dos acidentes de trânsito, segundo o DATASUS. Entre tantas medidas a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança é muito efetiva para quem anda de carro. Nesse sentido, o hábito já está entre as pessoas, a maioria respeita a normativa nos bancos da frente, porém o cumprimento do nos bancos traseiros não se verifica da mesma forma. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) em referência ao ano 2019 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no começo deste mês, 79,7% dos maiores de 18 anos afirmam usar o cinto de segurança, tanto como motoristas quanto como acompanhantes no banco da frente. Porém apenas 54,6% dos entrevistados afirmam ter o hábito de usá-lo no banco traseiro. Comparando, predominam as mulheres neste ponto, 81,5% delas usam o cinto, enquanto que apenas 77,7% dos homens confirmaram usar. Em referência aos grupos de idade as pessoas com mais de 60 anos são os que mais têm o hábito, 84,8% deles, mas apenas 71,1% dos jovens afirmam usá-lo. Ao comparar entre as regiões, as que menos mostram pessoas com o hábito de uso são a região Norte e a Nordeste, com 69,5% e 69,7% respectivamente. Segue a região Centro-Oeste com 81,8%, a região Sul com 84,6%, e a região com mais uso é a Sudeste, com uma taxa de 85,4%. A mesma pesquisa aponta o uso do celular como o principal motivo dos acidentes de trânsito, apesar de que apenas 3,1% dos entrevistados afirmaram usar sempre o celular enquanto conduziam, 10,6% às vezes e 70% afirmou não usá-lo nunca. [[legacy_image_50743]] Em 2019 o Brasil teve 3,876 milhões de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito que tiveram lesões corporais. Quase a metade dessas pessoas, 48,2%, decorrente do acidente tiveram que deixar de realizar suas atividades rotineiras e 60,6% receberam assistência médica de algum tipo. Embora os acidentes em veículos representem somente 31% dos casos registrados nesta pesquisa, mais da metade deles foram protagonizados por motocicletas (59,5%), vemos que ainda o uso do cinto de segurança e do capacete não é suficiente. Se bem que dirigir com atenção pode ser o principal fator para reduzir os acidentes e as mortes, qualquer imprevisto pode ocorrer. Por isso é bom se prevenir. Uma boa alternativa é contratar coberturas para o veículo, para seus passageiros e também para terceiros. Atualmente os motoristas têm muitas alternativas. Para conhecer um seguro para auto e suas condições é preciso fazer uma simulação, sem omitir os dados pessoais dos motoristas, em caso de haver mais de um, e especificar as características do veículo. Sem dúvidas um seguro de automóvel não vai evitar uma morte, mas em caso de precisar de assistência médica por exemplo as vítimas podem contar com uma rápida assistência e também como uma indenização, de acordo com o tipo de cobertura que o causante do acidente tenha. Este conteúdo é de responsabilidade de Ignacio Aglietti, da Editora EMT.