[[legacy_image_14910]] A FDA, agência americana de medicamentos, aprovou os testes com plasma sanguíneo de convalescentes para tratar o novo coronavírus, que já infectou mais de 245 mil pessoas nos Estados Unidos, mais de 9 mil no Brasil e mais de um milhão no mundo todo. Com isso, pessoas curadas da Covid-19, doença causada pelo vírus, estão doando seus anticorpos para salvar vidas. É o caso da americana Diana Berrent, de 45 anos, primeira sobrevivente do coronavírus no estado de Nova York. Ela se junta a outros pacientes que superaram a doença e querem participar do enfrentamento ao vírus que já matou um número superior a 53 mil pessoas no planeta. O plasma é a parte líquida do sangue que concentra anticorpos após a doença. Estudos mostram que esse material de pacientes curados da Covid-19 tem eficácia comprovada contra doenças infecciosas como ebola ou Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars). Segundo o especialista em transfusão de sangue Eldad Hod, que faz testes no Hospital Irving da Universidade de Columbia, há uma incerteza em torno dos experimentos. Ele, porém, destaca que cada doação de plasma poderia "salvar três ou quatro vidas". * Com informações de France Press