[[legacy_image_93208]] O vice-presidente Hamilton Mourão apresentou nesta quarta-feira (18), o novo balanço das ações da Operação Samaúma, em que militares das Forças Armadas atuam para conter ações de desmatamento e atividades predatórias na Amazônia Legal. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Segundo Mourão, cerca de 100 ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais foram deflagradas no âmbito da operação. O valor das multas aplicadas chegou a R\$ 57 milhões e o recolhimento de quase 6 mil metros cúbicos (m³) de madeira extraída ilegalmente. O vice-presidente afirmou que cerca de 70% do desmatamento atual é decorrente de atividades ilegais e que a falta de regularização fundiária é um dos principais fatores que dificultam a vigilância das matas. Para Mourão, a implementação da bioeconomia e a identificação de cadeias de valor específicas para cada região contribuirão para a meta de acabar com o desmatamento ilegal até 2030. “Hoje o que eu posso dizer é que o nosso maior problema com o desmatamento ilegal está ligado às terras públicas. Temos 500 mil km² de terras que não são nem unidades de conservação, nem terras indígenas e nem estão distribuídas para entes privados. Obviamente, elas são sujeitas a invasão. A partir daí, o peso do Estado tem que se fazer sentir para evitar o aumento da ilegalidade”, afirmou o vice-presidente durante a entrevista para divulgação do balanço. A autorização para o emprego das Forças Armadas na Amazônia Legal foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 28 de junho, por meio de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O período abrangido pelo decreto vai de 28 junho a 31 de agosto.