[[legacy_image_146584]] A OCP Equador, operadora privada de um dos oleodutos mais importantes do país, suspendeu o bombeamento neste sábado (29) como medida preventiva após o rompimento ocorrido na véspera. O acidente ocorreu no setor de Piedra Fina, na província de Napo, localizada na região da Amazônia, próximo à fronteira com o Peru e a Colômbia. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Quatro tubos do oleoduto, que transporta petróleo pesado equatoriano dos campos de produção na Amazônia até o porto de exportação no Oceano Pacífico, foram atingidos por uma grande rocha em meio a fortes chuvas. A instalação tem 485 quilômetros de extensão e transporta cerca de 450 mil barris por dia. No comunicado divulgado à imprensa, a OCP afirma que foram tomadas medidas para manter o processo de recepção para que não haja impacto na prestação de serviço público de transporte de hidrocarbonetos e nas exportações de petróleo bruto do Equador. Na zona onde ocorreu o acidente, registra-se a erosão das encostas que circundam os rios Coca e Napo, responsável pela destruição em seis ocasiões dos dois maiores oleodutos do país, o OCP e trechos do estatal SOTE. O ministro de Energia equatoriano, Juan Carlos Bermeo Calderón, informou que mais de 100 técnicos, equipamentos e máquinas especializadas foram enviados ao local. "Por meio do Ministério de Recursos Naturais e Energia, coordenamos as ações e mantemos a vigilância para uma remediação técnica e oportuna", complementou em uma publicação no Twitter.