[[legacy_image_153657]] A história publicada por uma mulher de 25 anos, em um fórum online, dividiu opiniões sobre a situação apresentada. O objetivo do espaço em que o post foi ao ar é perguntar se a maneira como a irmã de uma paciente terminal de câncer agiu foi ou não inapropriada. Clique assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! No post a mulher revela que recebeu uma ligação de sua irmã mais velha, que não tinha contato há dez anos e mora em outro país. Ela confessou que estava com um tumor incurável no cérebro e pediu para que a mais nova cuidasse de seus três filhos quando morresse. A resposta imediata foi "não". Ela explica na publicação os motivos, dizendo que o certo seria as crianças ficarem com o pai - mas a mãe não sabe dizer quem são os pais de seus filhos. Além disso, a irmã mais nova relatou que ela e seu marido não sentem vontade de ter filhos e não seguem a religião que a mãe ordenou que a suposta nova tutora impusesse às crianças. Ela ainda acrescenta a dificuldade linguística que teria com os sobrinhos e a falta de intimidade, já que a família é distante. A relação, segundo a autora do post, seria difícil. Ela diz que tem Transtorno Obsessivo Compulsório (TOC), e se irrita facilmente com barulhos ou sujeira, coisa que poderia prejudicar na criação e bem-estar das crianças. As opiniões sobre o caso se dividiram. Uns julgaram a atitude da irmã mais nova como 'egoísmo', e outros deram razão a ela, justificando que seria melhor não se comprometer do que dar uma vida sem amor aos sobrinhos. *Com informações de Revista Crescer