[[legacy_image_98721]] O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, disse nesta quinta-feira (2), que os novos recursos da pasta serão aplicados em inovação e na contratação de 700 novos servidores para reforçar os trabalhos no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Joaquim Leite afirmou, ainda, que a pasta contratará seis mil bombeiros estaduais, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O ministro afirmou que o contingente atuará de forma descentralizada em todos os biomas que concentram incêndios e queimadas no Brasil, como na região do Pantanal, em Mato Grosso, no Cerrado do Centro-Oeste e em toda a Região Norte. “O governo federal tem uma determinação: eliminar o desmatamento ilegal no brasil. São R\$ 470 milhões para reforçar os órgãos de controle”, afirmou o ministro. Combate ao desmatamento Segundo Joaquim Leite, uma das soluções encontradas pelo governo federal é “reconhecer e remunerar quem cuida das florestas”, o que resultou na criação da iniciativa Floresta+, que cria um mercado de serviços ambientais remunerados pelo Estado. “O desafio desse programa é atingir um número relevante de hectares, especialmente na Amazônia. Assim, conseguimos dar uma alternativa para quem vive no território”, disse. COP 26 Joaquim Leite adiantou que o Brasil atuará em duas frentes para a Conferência Das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 26. O primeiro será apresentar projetos de redução real de emissões dos gases do efeito estufa. O segundo será baseado na proteção de florestas e vegetação nativa. Segundo informou Leite, o Brasil apresentará casos reais de pessoas que lutam pela preservação. “Vamos apresentar um Brasil que protege o seu território. Vamos mostrar o Brasil real - que pouca gente conhece - para o mundo, e mostrar que o país faz, sim, uma atividade sustentável na indústria, no transporte, na energia e, especialmente, na agricultura”, reforçou.