[[legacy_image_174716]] Um motorista de aplicativo se recusou a fazer uma corrida, alegando que a passageira era “petista” por estar vestindo uma blusa vermelha. O caso aconteceu no último sábado (7), em Belém (PA), com a advogada Amanda Laredo, de 24 anos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Após o motorista a serviço da Uber ter passado do ponto de encontro, Amanda resolveu contatá-lo através do chat de mensagens do próprio aplicativo. O print da conversa mostra a jovem informando que ele havia passado o local, então respondeu: "Não levo petista". "Eu fiz sinal e ele nem baixou o vidro, só passou direto", disse Amanda em entrevista. Ela também contou que ela contou que o motorista tirou "conclusões precipitadas" por estar usando vermelho. Após a mensagem, a jovem fez uma reclamação no aplicativo e eles responderam que para ser motorista na plataforma é necessário "manter um alto nível de profissionalismo". Uber Em nota, a Uber afirma que os motoristas parceiros têm direito a ter a própria posição política, mas não tolera que uma pessoa não seja atendida em razão do "credo, raça, nacionalidade, religião, necessidade especial, orientação sexual, identidade de gênero, estado civil, idade ou inclinação política" e que isso configura violação dos termos de uso e ao código de conduta do aplicativo, o que não é tolerado na parceria. A plataforma ainda disse que "oferece opções de mobilidade eficientes e acessíveis para todos e tem uma política de tolerância zero a qualquer forma de discriminação em viagens pelo aplicativo". A empresa não informou se tomará medidas contra o motorista que não atendeu Amanda. *Com informações do UOL