[[legacy_image_36024]] O economista Sérgio Telles, de 43 anos, perdeu 120 quilos durante a pandemia. O morador do Rio de Janeiro mudou radicalmente seus hábitos, iniciou uma reeducação alimentar e fez caminhadas dentro de sua casa para atingir suas metas. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Telles, que tem 1,77 m de altura, pesava cerca de 200 quilos antes do período de crise sanitária. As mudanças em sua rotina começaram após uma cirurgia para retirada da vesícula, que foi feita no início do ano passado e que apresentou dificuldades maiores do que as consideradas ‘eventuais’ pela equipe médica, tudo por conta do sobrepeso. Depois do ‘choque’, o homem desenvolveu seu regime particular e conseguiu, sem o uso de remédios ou intervenção cirúrgica, chegar ao atual peso de 80 quilos. Em entrevista ao G1 do Rio de Janeiro, Telles contou sobre a transformação de seu corpo. Segundo ele, a retirada da vesícula precisou ser feita em cirurgia aberta por conta da obesidade. "Como foi uma cirurgia praticamente de emergência, não deu tempo de perder peso, o que seria o ideal. E tinha muita dificuldade para a cicatrização. Fui mudando a alimentação e comecei a fazer uma dieta diária de três mil calorias. A cicatriz fechou, perdi uns dois quilos”. [[legacy_image_36025]] Pouco depois da sua licença médica, a pandemia de coronavírus se instaurou e, com ela, o período de isolamento social e home office. Com isso, o economista percebeu a oportunidade para a mudança de hábitos e passou a se alimentar uma vez por dia, no jantar, no fim da tarde. Uma dieta baseada em frango, peixes, legumes, verduras e frutas. "É o que eu digo para todos que me pedem dicas: conheço muito bem o meu corpo. Então, não foi nenhum sacrifício, já estava acostumado", alerta o economista, que percebeu que comer pouco não seria suficiente e deu início a uma programação de exercícios em casa. "Comprei um tatame para reduzir o impacto e não incomodar o vizinho do andar debaixo. Conforme ia perdendo peso, melhorava minha performance. Hoje, caminho duas horas por dia durante a semana, no que seria o intervalo do almoço do trabalho, e quatro horas, nos fins de semana", descreveu. *Com informações do G1 Rio