[[legacy_image_76750]] Reportagem da Folha de São Paulo fez correções em sua matéria do último dia 2, que alertava sobre 26 mil doses de vacinas contra a covid-19, supostamente aplicadas vencidas. Segundo a matéria, as cidades da Baixada Santista teriam aplicado 460 doses fora do prazo de validade, da vacina AstraZeneca. O dado, de acordo com a matéria, teria como base registros oficiais do Ministério da Saúde. O conteúdo foi corrigido na noite desta terça-feira (6), em função de constatação de que houve erros nos registros do sistema do Ministério da Saúde. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Apesar do alvoroço e sensação de vulnerabilidade, as pessoas tinham os lotes, que foram amplamente divulgados, para conferência das referências e respectivas datas de vencimento, podendo comparar com o cartão de vacinação e constatar se, por acaso, teriam recebido imunização de um dos lotes fora do prazo de validade. Na Baixada Santista, a informação de aplicação de vacinas vencidas foi imediatamente contestada pelas prefeituras. Apesar disso, a Folha disse, nesta terça-feira (6), que "além de corrigir a informação, apontou um problema real", visto que várias prefeituras revisaram as aplicações das vacinas "e algumas anunciaram processos de revacinação devido à aplicação de doses fora do prazo de validade", diz o texto. "Se o problema for do sistema, basta corrigi-lo; se a dose aplicada estava vencida, então é preciso seguir o protocolo sobre erro vacinal", diz ainda a matéria. Nas 9 cidades da Baixada Sanrtista, segundo apurado por ATribuna, nenhuma informou ter aplicado alguma dose fora do prazo de validade, e alguns dos lotes mencionados na matéria sequer chegaram às cidades destino. Apenas em Praia Grande houve um erro, quando na hora de passar os dados para o sistema do governo do Estado, três pessoas vacinadas foram incluídas com lote errado, e posteriormente corrigidos.