[[legacy_image_149866]] O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (10) que todos os servidores de segurança pública e saúde do Estado receberão aumento salarial de 20% a partir de 1º de março. Já os servidores de outras áreas ganharão valorização de 10% em seus vencimentos, a partir da mesma data. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O anúncio foi feito durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. Segundo Doria, a medida é uma valorização para as carreiras públicas no Estado, em especial após praticamente dois anos da pandemia de covid-19. "Temos 541.133 servidores públicos no Estado. Se São Paulo fosse uma empresa, seria uma das quatro maiores empregadoras do mundo. Desde o mais modesto servidor público, fica o nosso agradecimento", disse o tucano. No caso da segurança pública, Doria explicou que o aumento no salário vale para policiais civis, militares, científicos, agentes penitenciários e bombeiros. Além disso, todos os profissionais da saúde também ganharão 20% de aumento. Em ambos os casos, o acréscimo vale para profissionais da ativa e aposentados. "É um aumento importante, significativo, fruto de esforço de todo o governo. Gratidão também a todos os demais servidores. São 195 mil servidores de outras áreas do governo, que terão 10% de aumento nos seus salários a partir de 1º de março", afirmou o governador. ServidoresA medida inclui profissionais da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SAP), que somam 276.365 profissionais em São Paulo. Já em relação à saúde, são 69.689 funcionários públicos, incluindo médicos e demais carreiras. Juntos, profissionais de segurança e saúde representam 346.054 servidores públicos estaduais. Entre os demais servidores, que receberão 10% de aumento, são 195.079 profissionais, totalizando 541.133 servidores públicos no Estado. AlentoO Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp), em nota, disse que o reajuste é visto como um "alento" para a classe. A entidade afirma que seguirá lutando pela "Polícia Civil, por equipamentos modernos, pela contratação de policiais para suprir o déficit de mais de 15 mil cargos vagos e por salários".