[[legacy_image_8619]] Bolsonaro se mostrou favorável ao pedido da igreja evangélica de afrouxar obrigações fiscais. Entre as possíveis mudanças, estaria o fim da inscrição de igrejas menores no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a elevação do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias, de de R\$ 1,2 milhão para R\$ 4,8 milhão. O prazo estabelecido pelo presidente foi de dois meses para o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, atender a solicitações de parlamentares que contestam multas cobradas de entidades religiosas, segundo o jornal O Globo. "A proposta, apresentada por intermédio do deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), já conseguiu duas vitórias parciais: o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R\$ 1,2 milhão para R\$ 4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias. A bancada evangélica também pediu que as entidades sejam liberadas de determinadas demonstrações contábeis", aponta o texto. O deputado que apresentou a proposta é ligado ao pastor Silas Malafaia. *Com informações do jornal O Globo