[[legacy_image_201294]] O maestro Beetholven Cunha é homenageado neste sábado, a partir das 16 horas, no Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente. Além disso, ele interpreta peças, algumas de sua autoria, no piano do local, datado de 1804. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Imortal da Academia de Música do Brasil, o goiano fez conservatório e curso superior em arranjo, composição e regência. Teve aulas de aperfeiçoamento em piano com Gilberto Tinetti, e Antônio Bezan, Regência com Julio Medaglia, Isaac Karabtchevsky e Marcus Carvalho, composição com Clovis Pereira, J. A. Kaplan, Osvaldo Lascerda e Hans Joachim Koelreutter. Em São Paulo, trabalhou como professor de piano, composição, arranjo e matérias teóricas no conservatório Guiomar e na escola livre de música Universo Musical. Nesta mesma época, reorganizou a orquestra Vivace na cidade de São Paulo, e dirigiu o coro infantojuvenil da ordem Agostiniana. Em 2005, se mudou para Teresina (PI), onde foi convidado para integrar o quadro de professores na Escola de Música Adalgisa Paiva da Universidade Federal do Piauí, onde lecionou teoria, harmonia, arranjo e composição, além de ser o fundador, maestro e diretor artístico do Coral Comunitário da UFPI e do Grupo de música experimental GMUCO. Frutos No mesmo ano, foi convidado para organizar e reger o consorte de flauta doce sopro divino. No Piauí, criou a Camerta Piauiense, Beetholven e Orquestra, Coral Infantojuvenil Trauteando, Coral da cidade de Parnaíba, Madrigal do Sesc Parnaíba, Camerata Piauiense e Camerata Parnaibana. É comendador pela Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes e condecorado com a medalha Cinquentenário das Forças de Paz da ONU.