[[legacy_image_29468]] O candidato a prefeito de Santos João Villela (Novo) garantiu, em evento realizado pela Associação Comercial de Santos (ACS), que, caso eleito, não buscará um segundo mandato e reduzirá o número de secretarias (hoje são 20) e fundações para, no máximo, 12. Também focará em políticas que não dão visibilidade, mas são fundamentais para a reestruturação da Cidade. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Villela foi o primeiro a participar do evento realizado pela ACS, que tem parceria com o Grupo Tribuna e a Associação dos Empresários da Construção Civil da Baixada Santista (Assecob). Ele deixou claro que os pilares de um eventual governo serão o fim dos privilégios e desperdícios, além da redução de burocracia. “Entre secretarias, fundações e autarquias, em Santos, todos com cargo de chefia e estrutura de gabinete, temos 26. Algumas até hoje não sei para que servem. Já tentei pesquisar e perguntei aos titulares da pasta. Por que ter a Fundação Pró-Esporte (Fupes) e a Secretaria de Esportes?” O candidato afirmou não ser um salvador da pátria e disse não fazer promessas impossíveis de serem cumpridas. Questionado sobre o que entregará ao final de um mandato de quatro anos, ele foi direto. “Um pilar sólido para fazer a construção. Com leis objetivas, com regras objetivas e um traçado claro. Vamos construir algo que é muito mais demorado e os resultados não aparecerão de imediato, como as pessoas querem. Se pegarmos uma empresa quebrada, para fazê-la ressurgir, não é do dia para noite. Essa construção leva tempo, mas tem que ser feita, e onde não aparece, porque ninguém fez”. Villela alertou que parcerias com empresas são fundamentais para o crescimento da Cidade. Com a redução de burocracia, defendeu a presença do setor da construção em áreas como o Chico de Paula e o Mercado Municipal. Para ele, os investimentos privados nessas localidades precisam ser ordenados e estudados, de forma que essas regiões não tenham opções apenas de moradia, mas que se tornem autossustentáveis, com comércios e geração de empregos. Isso, de acordo com postulante do Novo, fará o Município se desenvolver por igual, tanto em áreas prejudicadas em questão de saneamento, como o Chico de Paula, por exemplo, quanto em zonas que já contam com investimentos.