[[legacy_image_15105]] Os pleiteantes à Prefeitura de São Vicente pensam parecido quando o assunto é acessibilidade a deficientes. Todos defendem que as calçadas sejam corrigidas para garantir condições de mobilidade a cegos e cadeirantes. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Programas para capacitação e inserção no mercado de trabalho, no entanto, ainda estão em falta no repertório dos planos de governo. Alguns dos oito candidatos comprometeram-se a aprimorar o atendimento a surdos nas repartições da Administração municipal, oferecendo intérpretes ou instituindo curso de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) aos servidores. Confira mais dos projetos: Anália Silva (PT) Priorizar e pensar acessibilidade em todo e qualquer projeto; universalizar acesso ao serviço público; exigir qualidade no transporte público que atenda deficientes; zelar por acompanhantes nas salas de aula da rede municipal de educação. Kayo Amado (Podemos) Abrir espaço para ouvir e ter participando do governo pessoas com deficiência; tornar acessíveis equipamentos públicos, com rampas, Braille e Libras; tornar mobilidade mais autônoma, corrigindo ruas e calçadas. Luís Claudio Bili (PTB) Fiscalizar empresas com número de funcionários suficientes para ter cota obrigatória de funcionários deficientes; promover e melhorar acessibidade. Luiz Carlos Gianelli (PSD) Implantar políticas públicas de inclusão na Educação. Mônica Batalha (PRTB) Conquistar condições de mobilidade; corrigir pavimentação e calçadas; na Saúde, oferecer programas de reabilitação; oferecer suporte psicológico para que sintam-se importantes na sociedade; centros de apoio para deficiente e família pelos bairros. Pedro Gouvêa (MDB) Manter pensamento inclusivo nas obras públicas, planejando acessibilidade em todos os projetos; promover políticas de acolhimento do deficiente na rede de Ensino e no mercado de trabalho; garantir bom atendimento nos serviços públicos. Solange Freitas (PSDB) Reunir equipe técnica para planejar acessibilidade nas obras do município; desenvolver comunicação e atendimento especializado para surdos nas repartições públicas; oferecer profissionais qualificados nas escolas, principalmente para autistas. Valquirio Martins (Solidariedade) Seguir exemplos de Santos, em aspectos como padronagem de calçadas e semáforos sonoros; cobrar transporte público para melhorar acessibilidade; rever contratos de empresas prestadoras de serviço para exigir políticas de atendimento ao deficiente