Síndrome do pânico provoca forte sensação de medo ou mal-estar (Imagem ilustrativa/Pexels) A síndrome do pânico, também conhecida como transtorno do pânico (TP), é caracterizada pelo surgimento de crises de ansiedade repentinas e intensas. Elas provocam uma forte sensação de medo ou mal-estar, com duração que varia de 15 a 30 minutos, em média. Os ataques podem causar modificações importantes no comportamento do indivíduo. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com o Hospital Israelita Albert Einstein, a síndrome ocorre principalmente em adultos jovens, na faixa dos 25 anos de idade. Apesar disso, pessoas em qualquer faixa etária podem apresentar a síndrome do pânico. Segundo o Ministério da Saúde, durante as crises, a região central do cérebro é afetada. Ela controla as emoções e realiza a liberação de adrenalina, hormônio que prepara o organismo para encarar ou fugir de uma situação considerada perigosa. Quando a crise de manifesta, o cérebro emite um alerta sem que haja perigo concreto. Isso provoca uma sensação de medo e mal-estar intenso, que afeta constantemente o dia a dia. Há casos em que a pessoa pode deixar de sair de casa ou então não sair mais sozinha, por medo do que pode acontecer. O tratamento pode incluir o uso de medicamentos associados à psicoterapia. É importante procurar ajuda médica e psicológica assim que os primeiros sinais sejam percebidos. A síndrome do pânico pode se manifestar através de diferentes sintomas. Confira uma lista com cinco deles: Palpitações ou batimentos cardíacos acelerados: Sensação de que o coração está "disparado" sem causa aparente, podendo ser confundido com um ataque cardíaco. Sensação de falta de ar ou sufocamento: Pode gerar pânico ainda maior por parecer que a pessoa não está conseguindo respirar direito. Tontura, instabilidade ou sensação de desmaio: Pode ocorrer de forma súbita, gerando medo de perder o controle. Sensação de irrealidade (desrealização) ou de estar fora do próprio corpo (despersonalização): Sensações desconectadas da realidade, que causam muito desconforto e medo. Medo intenso de morrer ou de “enlouquecer”: Um medo irracional e muito forte, que acompanha os outros sintomas físicos, mesmo sem perigo real.