Além de tocar com vários artistas, Sion também é compositor (Divulgação) Saxofonista, flautista, clarinetista, arranjador, compositor, maestro, professor e... santista (no nascimento e no futebol). Roberto Sion está de volta à sua casa, Santos, para o workshow Uma Tarde com Roberto Sion, neste sábado (31), às 17 horas, na Pinacoteca Benedicto Calixto (Avenida Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Formado em Psicologia e desde sempre apaixonado pela música, largou os consultórios e foi para os Estados Unidos estudar música – de vez. Porque já estudara piano quando menino, primeiro, com professores particulares, depois no famoso Instituto Lavignac. Ele não parou mais e adotou a música. Excursionou com Tom Jobim, Miúcha, Toquinho e Vinicius de Moraes; tocou com Hermeto Paschoal; gravou com Simone. Também foi um dos fundadores do grupo Pau Brasil, um dos mais expressivos da música instrumental brasileira nos anos 80. Memórias A juventude na Cidade foi dividida entre música e futebol. Montou um grupo de jazz e bossa nova. Aos sábados, era dia de show no Clube XV, no Sírio ou no antigo Parque Balneário, onde também criou um time de futebol. “O Fernando Fracarolli, filho do dono, era meu amigo de infância. E o Santos estava no apogeu”, disse Sion em entrevista para A Tribuna, em 2024. A paixão era grande, tanto que foi tentar a sorte no juvenil do Santos. Mas, como diz, “nem passei da porta”. Onde sempre encontrou as portas abertas foi na sua cidade do coração, que levou pelos quatro cantos do mundo. “Daquela Santos ainda de mar limpo, com conchinha na praia, sinto muito falta. Falando assim, parece um saudosismo bobo, porque a vida passa, a gente envelhece. Mas essas memórias são muito boas”, disse na mesma entrevista. A apresentação deste sábado (31) integra a 4ª edição do Arte na Pinacoteca.