Violão de Marcos Canduta e flauta de Débora Gozzoli no duo santista (Divulgação) A história do Choro de Bolso se confunde com a memória afetiva da música instrumental em Santos. Formado pelo violão de Marcos Canduta e pela flauta de Débora Gozzoli, o duo completa 27 anos de carreira nesta sexta-feira (4), mantendo uma trajetória conjunta e ininterrupta. Para celebrar a data, os músicos prepararam uma agenda com apresentações. Neste sábado (5), às 20h, o show terá com o cenário a bela Tasca do Porto (Rua XV de Novembro, 115, Centro), onde o duo toca há 18 anos. Ao longo de quase três décadas, o Choro de Bolso construiu uma trajetória dedicada à música instrumental, aproximando repertórios eruditos e populares. Às sextas ou sábados, no fim de tarde, eles estão em frente à Realejo Livros atraindo um público cativo. O duo tem álbuns autorais e gravações com nomes como André Mehari e Siqueira Lima, além de trabalhos gravados por artistas como Zeca Baleiro. Entre os momentos marcantes, os músicos citam o reconhecimento de Chico Buarque e o show realizado ao lado de Conrado Pouza, no Santos Jazz, quando completaram 25 anos. Mesmo com uma longa trajetória, Débora diz que cada apresentação continua trazendo novas descobertas. “A mesma música sempre soará diferente. Tudo está em movimento para a gente”, afirma. Mais informações no Instagram @chorodebolso.