Ele está por toda a Cidade: do Cristóvão Colombo, na orla da Pompeia, ao Dom Quixote e Sancho Pança, no terraço do Centro Espanhol, Luis Garcia Jorge marcou a arte da escultura na Baixada Santista. O artista morreu nesta quinta-feira (20) aos 95 anos. A causa não foi confirmada pela família. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Nascido em Zamora, na Espanha, Garcia Jorge chegou no Brasil ainda na década de 1960, estabelecendo-se em Santos, no litoral de São Paulo. Foram mais de seis décadas dedicadas à arte, sendo o escultor com mais obras públicas na Cidade: são 23, entre estátuas, bustos e hermas de homens e mulheres ilustres, assim como de figuras mitológicas. Suas obras enfeitam os jardins, prédios públicos e privados, e praças por todo o Litoral Paulista. Entre suas obras, além das já citadas acima, destaca-se ainda o busto de Visconde Mauá, na Praça Mauá. Além de criar, também foi responsável por trabalhos de restauração e reprodução de peças. Por exemplo, em 2017, participou do restauro do monumento ao Corretor de Café, instalado na Rua XV de Novembro, no Centro. Formação na espanha Garcia Jorge começou a formação artística ainda na Espanha. A Prefeitura de Santos informa que ele estudou tanto na Escola de Artes de San Ildefonso, na sua Zamora natal, quanto na Escola Superior de Belas Artes de San Jorge, em Barcelona. A família ainda não divulgou informações sobre velório e sepultamento.