Kristen disse que fazer o filme foi um “pesadelo magnífico”. Moura será o par da atriz no longa (Elena Ternovaja/Reprodução/Wikipedia Harald Kritchel/Wikiportraits/Reprodução) Kristen Stewart definiu como um “pesadelo magnífico” a experiência de filmar Flesh of the Gods, longa dirigido por Panos Cosmatos e estrelado ao lado de Wagner Moura e Esmé Creed-Miles. Segundo a atriz, o projeto, ainda sem data para chegar aos cinemas, ultrapassou os limites do roteiro durante as gravações e se transformou em um processo criativo construído coletivamente, em que o elenco uniu suas sensibilidades para dar forma à história. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Em entrevista à revista francesa Vogue, Kristen contou que as filmagens proporcionaram uma das experiências mais marcantes de sua carreira. “Partimos do roteiro, depois as gravações se transformaram em uma criação totalmente orgânica, em que nossas sensibilidades se entrelaçaram. Fizemos uma espécie de pesadelo magnífico juntos”, declarou sobre o trabalho ao lado de Wagner Moura e Esmé Creed-Miles. Ela afirmou ainda que nunca havia se sentido tão poderosa em um set de filmagem. “Há uma cena, perto do fim do filme, que talvez eu nunca pudesse viver se não tivessem me pedido para interpretá-la. É um presente incrível poder fingir viver alguma coisa... e descobrir que essa experiência acaba se tornando real para você”, declarou. O filme O longa acompanha uma jornada de autodescoberta e combina fantasia, vampiros e uma história de separação. Para Kristen, o filme pode ser descrito como uma obra melancólica, interessada em explorar o significado de estar viva, abordando tanto a dor quanto o prazer antes de conduzir a narrativa a um momento de transcendência. Após o fim das filmagens, toda a equipe viajou junta para a Alemanha. Kristen contou que, apesar de não ter o hábito de frequentar clubes, viveu uma experiência marcante ao lado das pessoas com quem trabalhou no longa. “Cercada por 35 ou 40 pessoas que haviam se tornado meus melhores amigos em três meses, com essa sensação quase sagrada de amor e conexão”, descreveu o encerramento da experiência. Segundo a atriz, a vivência reforçou seu desejo de fazer filmes pelo resto da vida.