Os sintomas da doença podem incluir falta de ar, dor no peito e tosse (FreePik) A embolia pulmonar ocorre quando um ou mais coágulos sanguíneos obstruem as artérias dos pulmões. Trata-se de uma condição grave, que pode ser fatal se não for tratada rapidamente, conforme alerta o Hospital Albert Einstein. Em 2017, a apresentadora Silvia Abravanel usou seu perfil no Instagram para informar seus seguidores sobre o diagnóstico da doença. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Na ocasião, ela precisou ser hospitalizada em São Paulo para realizar o tratamento da condição, que apresenta riscos à saúde. Após seis dias de internação, ela recebeu alta médica, já recuperada. Na maioria dos casos, a embolia pulmonar é provocada por coágulos que se formam nas pernas. Em situações menos comuns, o bloqueio pode ser causado por coágulos vindos de outras partes do corpo. Quais os sintomas? Falta de ar Dor no peito Tosse Taquicardia (batimentos cardíacos acelerados) Tontura ou desmaio Como o diagnóstico da embolia pulmonar é feito? Segundo o Hospital Albert Einstein, os sinais da embolia pulmonar podem se assemelhar a sintomas de doenças cardíacas ou respiratórias, por isso, a confirmação do diagnóstico depende da realização de exames laboratoriais e de imagem focados nos pulmões. A melhor forma de prevenir a embolia pulmonar é minimizar os fatores de risco, como a falta de atividade física, a permanência prolongada na mesma posição e o hábito de fumar. Tratamento O tratamento rápido da embolia pulmonar é essencial para diminuir o risco de complicações graves, incluindo a morte. A abordagem mais comum envolve o uso de medicamentos anticoagulantes ou procedimentos em que um cateter é inserido no vaso sanguíneo. Duração A duração do tratamento varia conforme o quadro clínico de cada paciente. Nas semanas seguintes ao primeiro episódio, há uma chance aumentada de recorrência da embolia, o que torna fundamental o acompanhamento médico contínuo. Em geral, o monitoramento e o uso de medicamentos podem se estender por até seis meses, dependendo da resposta do organismo e dos fatores de risco envolvidos.