Realização de diagnóstico precoce é fundamental para prevenir o problema (Adobe Stock) O diagnóstico precoce é sempre o melhor caminho para o aumento das chances de cura. O cardiologista Roberto Yano fala sobre sintomas cardíacos que requerem uma avaliação médica capaz de diagnosticar uma eventual arritmia, insuficiência cardíaca e até mesmo um infarto. Para prevenir esse tipo de problema, além de mudanças no estilo de vida, é fundamental realizar um diagnóstico precoce, pois quanto mais cedo a doença for detectada, maiores as chances de recuperação. Para isso, é importante estar atento aos sinais do seu corpo, explica Yano. “Antes de uma doença cardiovascular chegar à sua pior fase, ela dá diversos sinais que o paciente muitas vezes não relaciona com o coração, mas que podem facilitar e acelerar o diagnóstico e o tratamento, salvando vidas”, conta o cardiologista. Entre esses sinais estão: Dor no peito “Esse é um dos sintomas mais clássicos de problemas no coração, mas tem sido cada vez mais desconsiderado e tido como algo normal quando ocorre ocasionalmente. No entanto, sempre que houver esse problema é importante procurar um médico, pois pode indicar não só problemas no coração, mas em diversas outras áreas”, explica o especialista. Cansaço e falta de ar “Se você se cansa muito facilmente e fica com falta de ar, tanto ao praticar esportes ou exercícios físicos, mas também em atividades rotineiras que antes fazia normalmente, isso pode indicar uma insuficiência cardíaca”. Inchaço nas pernas “Esse sintoma pode indicar diversos problemas, como obesidade, problemas nas veias das pernas, nos rins ou doença no fígado, mas também pode indicar uma insuficiência cardíaca”, afirma Yano. Palpitação “O normal é nós não sentirmos o coração bater. Quando passamos a perceber os batimentos de forma acelerada ou descompassada, pode ser indicação de uma arritmia cardíaca. Ela, em alguns casos, pode ser mais grave e até levar à morte se não for bem tratada”. Tonturas “Problemas no bombeamento do sangue podem prejudicar a circulação sanguínea e reduzir a quantidade de sangue que chega ao cérebro, o que gera tonturas e até mesmo desmaios”.