(Divulgação/Rafael Renzo) Definitivamente, a cabeceira não é apenas um adorno na composição dos quartos: ela se soma à proposta do projeto de interiores e, em muitas vezes, assume o papel marcante de um elemento a ser notado. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Entre suas funções, além de preencher um espaço vazio que existiria na parede acima da cama, ela emoldura a cama, propicia conforto ao usuário e ajuda a criar uma sensação de acolhimento — seja em propostas mais contemporâneas, clássicas ou minimalistas. A arquiteta Ana Rozenblit diz que a presença da cabeceira contribui na organização do quarto e é um artifício valioso para a organização espacial do projeto. “Além de reconfortar nossa coluna quando ficamos sentados na cama, ela é interessante para proteger a parede da transpiração do nosso corpo e a oleosidade do cabelo”. Ainda na opinião da profissional, o elemento deixou de ser uma possibilidade para se tornar essencial. “Sem ela, sentirmos a impressão de faltar algo. Por isso, ela segue indispensável nos projetos em 2026”, opina ela, expressando sua preferência para cabeceiras coloridas, com formas e materiais de destaque. Madeira como extensão A cabeceira não precisa estar solitária na parede: para a arquiteta, é possível combinar tonalidades e volumetria, assim como ela realizou no projeto: à frente da cabeceira estofada, o painel cinza renovou o aspecto da parede e o tom amadeirado claro entregou ainda mais a sensação de conforto. O importante é coordenar os materiais certos, assim como em mais esse projeto assinado. (Divulgação/Kadu Lopes) Estofada e marcante A profissional evidencia que, embora a cabeceira seja o elemento principal, o seu entorno pode contribuir para que ela se torne ainda mais marcante. No dormitório (foto 5), a cabeceira da cama estofada, com um formato de duas grandes almofadas, foi complementada pelo tecido que reveste a parede e a elegância do nicho em pau-ferro. Para completar, o LED no seu interior propicia uma atmosfera ainda mais receptiva. (Divulgação/Kadu Lopes) Na cama estofada Entre os diversos modelos de cama, o modelo estofado, que tem a cabeceira acoplada (foto 6), se evidencia por seu design moderno, exala sofisticação e o aconchego máximo por conta da maciez e ergonomia. Na mesma paleta do enxoval e do quarto, a cabeceira estofada envolve os moradores tal qual um abraço por conta das laterais. (Divulgação/Rafael Renzo) Cabeceira modulada Neste dormitório jovem (foto 4), o azul escolhido acompanha a paleta do enxoval. Outra coisa que chama atenção é a cabeceira em gomos. O interessante dessa opção, segundo Ana, é que ela pode ser integrada em diversas ocasiões, do quarto pequeno ao grande, do infantil ao adulto, de todas as formas e cores possíveis. (Divulgação/Rafael Renzo) Lisos e de tons neutros De ponta a ponta, esta cabeceira (foto 7) foi formatada por blocos estofados que se encaixam nas mesas de cabeceira que ladeiam a cama. Sob medida, sóbria e não menos elegante: a composição em blocos marca presença. A cabeceira acompanha a paleta cinza, mas não passa despercebida. (Divulgação/Rafael Renzo) Ripado de madeira Outra possibilidade jovem é a cabeceira ripada (foto 2), que traz volumes e definições ainda mais marcantes no décor. Ainda que o estofado se sobressaia, o material não é o único a se considerado nesse projeto, um décor monocromático pautado nos gradientes de cinza – dos mais claros ao grafite –, conta com o ripado de madeira que reveste a parede da por todo seu perímetro. (Divulgação/Kadu Lopes) Cabeceiras soltas Por aqui, o muxarabi vazado escolhido para compor a cabeceira solta entregou charme e requinte para o dormitório. Com a liberdade de remodelar alguns conceitos da arquitetura de interiores, as cabeceiras soltas se evidenciam, entre outros fatores, pelo movimento que entregam para o dormitório. Lembra um biombo. (Divulgação/Rafael Renzo)