Estudos apontam que a coluna é mais pressionada quando a pessoa está sentada em relação à posição em pé ou deitada (Divulgação / Freepik) O tempo que passamos sentados tem impacto direto na saúde da coluna e de outras partes do corpo. Segundo especialistas em ergonomia e saúde musculoesquelética, manter-se sentado por mais de 6 horas por dia pode aumentar consideravelmente o risco de dor lombar crônica, rigidez e enfraquecimento da musculatura de suporte, especialmente quando esse período é contínuo ou sem pausas regulares . Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Estudos apontam que a coluna é mais pressionada quando a pessoa está sentada em relação à posição em pé ou deitada, sobretudo se a postura for inadequada. Essa pressão comprime os discos intervertebrais e reduz a circulação sanguínea, fatores associados ao desgaste mais rápido da coluna e ao desconforto persistentemente . Limites e recomendações: Evitar ficar sentado mais de 6 horas diárias sem interrupções. Fazer pausas para levantar ou caminhar a cada 30 a 50 minutos mesmo por poucos minutos. Ajustar a estação de trabalho com cadeira, mesa e tela na altura correta para manter postura neutra da coluna . Mesmo quem faz exercícios regularmente enfrenta riscos quando permanece sedentário por boa parte do dia. Pesquisas internacionais apontam que sentar demais pode não só prejudicar a coluna, como também estar ligado a outros problemas cardíacos e metabólicos quando o sedentarismo é prolongado — embora a ciência ainda refine os limites ideais de tempo sentado para diversas faixas etárias e atividades . Mitos e verdades: “Só a postura importa” — Falso: postura correta ajuda, mas o principal é quebrar longos períodos sentados com movimento. “Pequenas pausas ao longo do dia fazem diferença” — Verdade: até breves caminhadas ou alongamentos melhoram circulação e reduzem pressão nos discos. Especialistas recomendam limitar o tempo total sentado, interromper períodos longos com pausas frequentes e incluir musculação ou atividades que fortaleçam o core (músculos do tronco), essenciais para proteger a coluna a longo prazo.