A jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni, ex-apresentadora do Globo Esporte Tocantins, morreu aos 46 anos, em Santa Catarina, onde vivia com a família. Ela enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A comunicadora deixa um filho de 10 anos. A morte foi comunicada pelo Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, instituição idealizada e fundada por Thalita e batizada em homenagem ao filho dela. “É com profundo pesar que o Espaço Junior comunica o falecimento, na noite de 25 de agosto, de Thalita Tavares Caturelli Passoni, uma das idealizadoras e fundadoras deste espaço. Hoje estamos em luto”, informou a instituição. Na homenagem, o centro destacou a importância da jornalista para a criação do projeto e lembrou a forma como ela enfrentou a doença. Segundo a instituição, Thalita passou pelo tratamento contra o câncer mantendo o bom humor e a leveza que marcaram sua personalidade. A pedido da própria jornalista, não haverá velório. O Espaço Junior também agradeceu pelas mensagens, orações e manifestações de carinho recebidas durante o período em que Thalita esteve em tratamento. Trajetória no jornalismo Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita chegou a Palmas (TO) em abril de 2007 e iniciou sua trajetória no jornalismo esportivo acompanhando campeonatos amadores e categorias de base. Depois, passou a cobrir diferentes modalidades, com destaque para o futebol tocantinense. Na TV Anhanguera, afiliada da Globo, assumiu a edição e a apresentação do Globo Esporte Tocantins. Thalita também trabalhou como comentarista esportiva na rádio CBN Tocantins e ficou conhecida entre colegas de redação pelo apelido de “Japinha”. A jornalista trabalhou durante seis anos no Tocantins. Em 2013, deixou a emissora e se mudou para Maceió (AL) para acompanhar a família. Posteriormente, passou a morar em Santa Catarina. Trabalho ligado ao autismo Além da carreira na comunicação, Thalita teve atuação ligada à causa do autismo. Ela foi uma das idealizadoras e fundadoras do Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, cujo nome é uma homenagem ao filho. Na despedida, a instituição ressaltou que a trajetória do centro está diretamente ligada à jornalista e destacou a força e a energia que ela demonstrava no convívio com as pessoas.