<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.515637" attr-version="policy:1.515637:1779924464" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.515637/WhatsApp Image 2026-05-27 at 20.23.21.jpeg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Telespectador passa a ter acesso a conteúdos e funcionalidades adicionais na tela da TV (Adobe Stock)</span></p> <p data-end="450" data-start="199">A Copa do Mundo, com início em 11 de junho, é feita de marcos. Esportivamente, é a primeira vez que o evento tem três sedes (Estados Unidos, México e Canadá) e 48 seleções. Tecnologicamente, mas no Brasil, o Mundial marcará a estreia da DTV+ na Globo.</p> <p data-end="797" data-start="452">“Ela marca o início de uma nova fase da televisão aberta brasileira, em que a tevê deixa de ser apenas uma experiência linear, igual para todos, e passa a combinar o alcance massivo da transmissão aberta com recursos digitais, interativos, personalizados e conectados”, afirma o diretor de Programação e Inteligência da TV Globo, Lauro Teixeira.</p> <p data-end="1151" data-start="799">Na visão do profissional, não poderia haver vitrine mais simbólica do que a Copa do Mundo. “Historicamente, a Copa sempre foi um grande palco de transformação da televisão no Brasil. Foi assim com a popularização da TV em cores, com a evolução das transmissões ao vivo, com o HD, com o 4K, com o streaming e, agora, será novamente com a DTV+”, recorda.</p> <p data-end="1426" data-start="1153">A Copa também se torna o ambiente ideal para a estreia, segundo Teixeira, “porque tem narrativa viva, emoção em tempo real, dados abundantes, alto envolvimento do público e grande interesse comercial”. “É uma (...) nova forma de construir experiência em torno do conteúdo”.</p> <p data-end="1440" data-start="1428"><strong data-end="1440" data-start="1428">Recursos</strong></p> <p data-end="1696" data-start="1442">A proposta da DTV+ é criar uma camada complementar à transmissão principal. O jogo continua sendo o centro da experiência, mas o telespectador passa a ter acesso a conteúdos e funcionalidades adicionais na tela da TV, sem sair do ambiente da transmissão.</p> <p data-end="2068" data-start="1698">“É uma mudança importante porque a DTV+ não transforma a TV aberta em streaming nem substitui a experiência tradicional da televisão. Ela amplia essa experiência. O telespectador continua assistindo ao jogo pela TV aberta, mas, quando tiver equipamento compatível e conexão, poderá acessar novas camadas de informação e interação diretamente na tela”, explica o diretor.</p> <p data-end="2345" data-start="2070">Entre os recursos previstos para esse primeiro ciclo, estão informações sobre as partidas, escalações, estatísticas, tabela da competição, próximos jogos, dados em tempo real e conteúdos editoriais relacionados ao jogo. Também há espaço para enquetes e votações, por exemplo.</p> <p data-end="2609" data-start="2347">“A DTV+ permite enriquecer a cobertura com informações que ajudam o público a acompanhar melhor a competição, entender o desempenho das equipes, consultar o chaveamento, rever contextos importantes e participar de forma simples, usando o controle remoto”, lista.</p> <p data-end="2630" data-start="2611"><strong data-end="2630" data-start="2611">Disponibilidade</strong></p> <p data-end="2742" data-start="2632">A proposta é que todas as partidas transmitidas pela Globo no Mundial tenham interatividade embarcada na DTV+.</p> <p data-end="2912" data-start="2744">“A ideia é que o público possa conhecer e usufruir da experiência interativa diretamente pela televisão, de forma simples, intuitiva e integrada à transmissão”, afirma.</p> <p data-end="3176" data-start="2914">O objetivo, lembra Lauro Teixeira, é que a DTV+ seja percebida pelo público como parte da experiência da Copa na Globo, não como algo pontual ou restrito aos jogos do Brasil. “A estreia da tecnologia precisa ser ampla, consistente e fácil de entender”, completa.</p> <p data-end="3699" data-start="3178">Há possibilidades futuras, como experiências comerciais integradas, ofertas contextualizadas, ações patrocinadas, conteúdos adicionais de marcas e jornadas de compra conectadas ao evento. “Mas tudo isso precisa respeitar a experiência principal: a transmissão do jogo. A interatividade deve somar, e não competir com o conteúdo”, afirma. “Nesta nova fase da TV aberta com a DTV+, assistir continua sendo o principal, mas participar, consultar, escolher e interagir passam a fazer parte da experiência”, comenta o diretor.</p>