É importante ficar atento aos níveis de estresse e tristeza (FreePik) O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo que afeta, principalmente, a memória e outras funções cognitivas. Com o tempo, os sintomas tendem a se intensificar, comprometendo a autonomia do paciente. Embora ainda não exista cura, alguns tratamentos e terapias podem ajudar a melhorar a qualidade de vida de quem está passando por esse processo. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com o Ministério da Saúde, a causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que ela esteja associada à parte genética. Com o passar dos anos, é possível adotar medidas que ajudam a prevenir o surgimento do problema. O diagnóstico, quando feito de forma precoce, e o tratamento, quando é iniciado com acompanhamento adequado, faz com que seja possível manter uma rotina mais ativa e preservar a independência por mais tempo. Confira abaixo três estratégias para melhorar a qualidade de vida do paciente, segundo o Hospital Albert Einsten: Terapia da fala: contribui para que a pessoa com a doença preserve a capacidade de se comunicar, mesmo com a progressão do quadro. Apoio psicossocial: o apoio psicossocial é essencial, tanto para a pessoa diagnosticada quanto para quem cuida dela. Isso pode envolver orientação profissional, participação em grupos de acolhimento e acesso a informações sobre o Alzheimer. Estilo de vida saudável: Manter uma rotina saudável, com bons hábitos alimentares, exercícios frequentes e tarefas que desafiem o cérebro, pode auxiliar no desaceleramento do avanço da condição. Ainda segundo informações do Hospital Albert Einstein, há medicamentos utilizados há mais de 25 anos que ajudam a frear a progressão da doença. Nos últimos dois anos, novas terapias foram desenvolvidas com o objetivo de estabilizar o quadro, já adotadas nos Estados Unidos, mas ainda não autorizadas no Brasil. Como evitar o desenvolvimento do transtorno? Mantenha o cérebro ativo: Leia livros, aprenda um novo idioma, jogue xadrez ou faça palavras cruzadas. Atividades cognitivas ajudam a fortalecer as conexões neurais. Tenha uma alimentação saudável: Dietas como a Mediterrânea, ricas em peixes, azeite de oliva, frutas, vegetais e oleaginosas, podem reduzir o risco de Alzheimer. Evite ultraprocessados e excesso de açúcar. Pratique exercícios físicos regularmente: Atividades como caminhada, natação e musculação melhoram a circulação sanguínea e reduzem inflamações no cérebro. Durma bem: O sono de qualidade ajuda a eliminar toxinas do cérebro e fortalece a memória. Tente dormir entre 7 e 9 horas por noite. Socialize e mantenha-se emocionalmente saudável: Manter contato com amigos e familiares, evitar o estresse e praticar atividades prazerosas reduzem o risco de declínio cognitivo.