[[legacy_image_26430]] Em meio ao surto de coronavírus, o Santos encara o São Paulo no Morumbi, neste sábado (14), às 19 horas, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista, com portões fechados para a torcida. Assim como o Peixe, o Tricolor vai para o confronto embalado pela vitória na Copa Libertadores. Para Jobson, por se tratar de um clássico, não dá para apontar favorito. "O São Paulo é uma equipe grande, é clássico, não tem quem é melhor ou pior. Nesse tipo de jogo tudo muda. Portões fechados dificultam o espetáculo, pois todo mundo quer ficar diante do torcedor pela festa. Vamos procurar manter essa sequência de vitórias. O último jogo não foi um dos melhores, mas quando não dá na técnica, tem que dar na raça", disse o meio-campista. O fato de não ter torcida, por outro lado, pode ser visto como ponto positivo pelo Santos, pois o duelo só teria torcedores são-paulinos. Jobson, porém, entende que a situação é ruim para os dois times. "Vai do ponto de vista (ser melhor para o Santos). Muitos jogadores gostam de ter gente xingando, provocando, porque se desdobram mais quando criticados para provar o contrário. Será ruim para eles como foi para a gente na terça-feira (10), contra o Delfín. Sabemos o peso do torcedor, arbitragem pressionada muda o foco do apito às vezes. Vai ser difícil, mas não muda muito, porque o São Paulo é o São Paulo e temos que ir lá e, com respeito, buscar o resultado".