[[legacy_image_325478]] Com foco nos treinamentos, os jogadores do Santos vão se conhecendo nesta primeira semana de trabalho visando a estreia no Paulistão, no dia 20, contra o Botafogo em Ribeirão Preto. Para o meia Giuliano, apresentado nesta quarta (10) na Vila Belmiro, o ambiente no CT Rei Pelé não é leve, porque todos estão cientes da missão da temporada: recolocar o Peixe na elite nacional. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! "Não tem como dizer que é um clima leve, porque todos entenderam a responsabilidade e o que gente está disputando nesta temporada. O que conseguimos ver é muita concentração e trabalho. Quando tem esse comprometimento, faz com que as coisas funcionem bem e a equipe tende a se adaptar e crescer". Após os treinos iniciais, segundo Giuliano, os atletas estão se adaptando às características dos companheiros e percebendo a forma de jogar e de se colocar em campo. "Estamos com quatro ou cinco dias de trabalho, estamos nos conhecendo. Precisamos desse tempo de adaptação, sincronizar movimento. Não há um time definido. O Furch, pela característica, já deu pra ver que faz o pivô e abre espaço. O Willian tem mais mobilidade, sai muito da área e o meia tem possibilidade de entrar na área. O Morelos gosta de finalizar e faz o facão dentro da área", observou. Preparado para jogar todasComo o Santos terá uma temporada com menos jogos este ano, por jogar apenas o Paulistão e a Série B, Giuliano acredita que tem grandes chances de estar disponível nas 56 partidas possíveis do time em 2024. Isso se o Peixe chegar à decisão do Estadual. "Ano passado fiz 59 jogos (no Corinthians) e estive disponível em outros, mas não joguei. Estou sempre presente, é um ponto positivo, não há lesão e nem cartão, me cuido muito. Talvez o técnico opte por outro (jogador) em determinado momento e faz parte, por isso foi montado um grupo. Não existe super-herói no futebol. No Paulista, são jogos a cada três dias e na temporada (Série B) será um por semana, dá para dosar a carga".