[[legacy_image_242263]] O Santos não voltou a vencer no Paulistão. Em seu melhor jogo na competição até agora, o Peixe pressionou até o apito final, mas ficou no 1 a 1 com a Ferroviária, na noite deste sábado (28), no Canindé, em São Paulo, pela 5ª rodada do Estadual. O próximo desafio do Peixe será o clássico diante do Palmeiras, no sábado (4), às 18h30, no Morumbi. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! No primeiro tempo, a postura do Santos foi bem diferente da derrota para o Guarani e dos empates contra São Bernardo e Água Santa. Percebeu-se um Santos usando bem as laterais, criando variações táticas (inversões de Mendoza e Soteldo), um meio-campo mais lançado à frente e criando oportunidades para encurralar a Ferroviária, que deixava muitos espaços e não apresentava grandes recursos. Logo aos 6 minutos, Mendoza assustou o goleiro Saulo, com um cruzamento que virou chute ao gol. Aos 13, foi a vez de Carabajal cabecear, depois de levantamento de Lucas Pires. O venezuelano Soteldo aproveitou-se do corte de cobrança de falta para bater colocado aos 24, buscando o ângulo direito. A bola aparentemente sairia, mas o arqueiro do time de Araraquara preferiu garantir e espalmou para escanteio. Dois minutos depois, Saulo foi exigido novamente, e se esticou para evitar que o arremate rasteiro de Mendoza entrasse em seu canto direito. Aos 36, Marcos Leonardo ganhou do zagueiro na intermediária esquerda e, perto da entrada da grande área, mandou colocado e com força, de olho no ângulo esquerdo de Saulo, mas a bola saiu. Parecia que o Santos abriria o placar. Apenas parecia. A Ferroviária, que não tinha dado trabalho para o goleiro João Paulo, começou a aparecer. E conseguiu seu gol, em cobrança de pênalti de John Kennedy, aos 49, que o próprio atacante sofreu, após ser derrubado por Sandry. Foi a senha para que os torcedores nas arquibancadas protestassem contra o time do Peixe e a diretoria: “Fora todo mundo, diretoria omissa e elenco vagabundo” e “Ou joga por amor ou joga por terror” resumiram bem isso. Pressão totalA conduta da torcida santista, porém, foi de apoio à equipe na etapa final, que continuou pressionando a Ferroviária. O prêmio veio aos 14 minutos: Dodi surpreendeu, ao arrancar e invadir a grande área para cruzar. De peixinho, Mendoza empatou a partida. O Santos não parou nem nos acréscimos. Em incrível jogada, Bernardo e Alisson salvaram o time de Araraquara em cima da linha em dois lances sequenciais, aos 46. Apesar da intensa pressão, o Peixe ficou no empate.