[[legacy_image_241597]] O Santos não consegue se reencontrar com o bom futebol e a vitória. Com mais uma atuação sem inspiração, o Peixe apenas empatou, nesta quarta-feira (25), com o Água Santa, na Vila Belmiro, por 0 a 0, pela 4ª rodada do Campeonato Paulista. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Com o resultado, os comandados de Odair Hellmann chegam aos 5 pontos, mas caem para a terceira colocação do Grupo A, atrás de Red Bull Bragantino, com 7, e Botafogo, com 5 mas em vantagem no saldo de gols. A primeira etapa do Santos não foi muito diferente do que os torcedores assistiram diante de Mirassol, Guarani e São Bernardo. A única evolução em relação aos jogos anteriores foi a de não sofrer gols nos minutos iniciais da partida. Porém, no mais, as dificuldades para se impor e agredir o sistema defensivo adversário seguiram as mesmas. A opção por Carabajal no meio-campo para tentar fazer dele o armador não funcionou na primeira etapa. As raras únicas investidas santistas, como já virou costume, nasceram por meio de jogadas individuais de Soteldo. Contudo, todas em vão. Para frustração do torcedor, não fosse, mais uma vez, João Paulo, o Peixe teria descido para o intervalo em desvantagem. Aos 36 minutos, depois de uma cobrança de escanteio, Didi, sozinho, cabeceou e o goleiro do Santos, com uma linda defesa espalmou. Irritada com a exibição, a torcida alvinegra, assim que a árbitra Edina Alves Batista encerrou o primeiro tempo, entoou músicas de cobranças aos jogadores e, principalmente, ao presidente Andres Rueda. No retorno para o segundo tempo as críticas continuaram: "Não é mole, não, ganhar na Vila é mais que obrigação". Apesar das manifestações vindas das arquibancadas, o futebol não melhorou. O Santos seguiu, tímida e desorganizadamente, tentando causar algum dano na defesa do Água Santa, que se mostrava satisfeito com o empate. Com o intuito de dar sangue novo ao time, Hellmann sacou Nathan e Ângelo, e colocou João Lucas e Lucas Braga. Posteriomente, Lucas Barbosa e Rwan entraram nos lugares de Carabajal e Marcos Leonardo. As alterações também não surtiram efeito. Como ainda tinha uma última substituição, Hellmann mandou Gabriel Pirani na vaga de Rodrigo Fernández, uma vez que o Água Santa sequer saia do campo de defesa. Entretanto, nada funcionou. O placar seguiu sem ser mexido até o apito final. E isso, naturalmente, fez os jogadores do Santos deixarem o gramado novamente sob protestos. "Joga vagabundo, respeita o Santos, o maior time do mundo", cantaram os torcedores na saída de campo. O Peixe volta a campo no próximo sábado (28), no Canindé, para encarar a Ferroviária, em confronto válido pela 5ª rodada do Estadual.