[[legacy_image_33817]] Agora é pra valer. Após superar duas etapas preliminares, o Santos começa nesta terça-feira (20), a trilhar sua jornada na fase de grupos da Copa Libertadores 2021. O Peixe recebe o Barcelona, do Equador, às 19h15, na Vila Belmiro, pelo Grupo C, sonhando com a quarta taça em sua 16ª participação no torneio continental. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Com Marinho e Soteldo, dois dos atacantes mais valorizados do continente, entre seus titulares, o Alvinegro tenta deixar para trás a decepção na última edição, quando o tetra bateu na trave e o Santos perdeu a final para o Palmeiras. Capitão da equipe, o volante Alison acredita que o time está pronto para o primeiro desafio desta etapa, mesmo depois de uma maratona de jogos pelo Campeonato Paulista. A partida de hoje será a terceira do Peixe em cinco dias. “O nosso elenco é um pouco curto, então o professor poupou algumas peças nos últimos jogos. Essa estreia será importante para a sequência da fase de grupos. Já jogamos a Libertadores e sabemos como ela é difícil. É uma competição que exige muito preparo físico". O duelo marcará o reencontro de Alison com a equipe que eliminou o Santos na Libertadores de 2017. Além dele, Copete e Jean Mota também estavam naquele confronto, que acabou 1 a 0 para os equatorianos, na Vila. Contudo, o capitão não vê a partida como uma revanche. “É um outro jogo, numa temporada diferente e quase todos os jogadores dos dois times são outros. Não encaramos como uma revanche. Óbvio que é um jogo importante e começar a Libertadores com uma vitória, ainda mais dentro de casa, fará muita diferença lá na frente". História O sonho de Alison e seus companheiros é, no final do ano, poder se juntar a uma galeria de heróis que até hoje relembra com carinho as vitórias que fizeram o Santos ser, por três vezes, o dono da América. A primeira conquista veio em 1962, contra o Peñarol. No ano seguinte, o bicampeonato, ganhando duas vezes do Boca Juniors. O ex-volante Lima, que fez um gol no primeiro jogo dessa decisão, no Maracanã, não esquece o apoio recebido no Rio. “Éramos acompanhados até nos treinamentos. Foi algo tão impressionante que sentimos a obrigação de retribuir, jogando bem e dedicando a vitória a eles. Deu certo”, lembra o curinga da Vila, hoje com 79 anos. Depois de quase cinco décadas, o Santos voltou a ser campeão contra o Peñarol. Contudo, o início da campanha de 2011 foi instável a ponto do Peixe quase ser eliminado na fase de grupos. Porém, um jogo contra o Cerro Porteño mudou tudo, como lembra o ex-lateral Léo. “Chegamos ao Paraguai sem Neymar e Elano e desacreditados. O ambiente no estádio era hostil e havia a pressão pelo risco do time ser eliminado no dia do aniversário do clube (14 de abril). Aquela vitória por 2 a 1 foi decisiva e deu confiança para a gente até o título”.