[[legacy_image_149495]] Com a rescisão contratual do zagueiro Cleber Reis e do atacante Rodrigão, oficializadas nesta terça-feira (8), o Santos fará uma economia total de aproximadamente R\$ 1,7 milhão em salários até o agosto deste ano. Isso porque os vencimentos do defensor de 31 anos, por conta da lesão sofrida em novembro do ano passado, teriam que ser pagos até o término do seu tratamento. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em tese, recuperações após o rompimento do ligamento cruzado do joelho - Cleber rompeu o direito durante uma atividade no CT Rei Pelé - levam em média de sete a nove meses. Assim, considerando apenas a situação de Cleber Reis, que iniciou o seu tratamento em dezembro, o Santos - acreditando que o zagueiro estaria recuperado em agosto (nove meses após a lesão) -, poderia ter que desembolsar ainda o montante de R\$ 1,5 milhão apenas com os honorários do defensor. Isso sem colocar no papel os gastos com as despesas médicas. Somado a esse valor, o Alvinegro reduziu outros R\$ 250 mil refentes aos três meses de contrato que restavam para o fim do vínculo do atacante Rodrigão, que recebia R\$ 83 mil por mês. Desta forma - caso o tratamento de Cleber Reis terminasse realmente em agosto -, a diretoria alivia a folha salarial em R\$ 1,750 milhão. Esse valor, no entanto, seria ainda maior em razão dos direitos trabalhistas da dupla, como férias, 13º salário e FGTS. É claro que para assinar as rescisões, Cleber e Rodrigão não abriram mão de receber parte do que estava previsto em contrato com o Santos. Um acordo com valores e formas de pagamento interessantes para todas as partes - não revelados - foi acertado e diante disso os jogadores ficam livres para buscar outros clubes na sequência das respectivas carreiras.