[[legacy_image_130]] O presidente José Carlos Peres completou 18 meses de trabalho à frente do Santos e fez um balanço. Até aqui, o Peixe não conquistou títulos, mas em razão de todas as dificuldades que diz ter encontrado, o mandatário espera começar a obter conquistas a partir da próxima temporada. Em entrevista ao quadro 'Café com o Presidente' da Santos TV, Peres afirmou que o ano de 2018 foi para colocar a casa em ordem e o de 2019 para a formação de elenco. “A gente sabia que esse ano seria difícil para o treinador e para os sete jogadores de seleções estrangeiras que temos no elenco (Derlis, Cueva, Felipe Aguilar, Carlos Sánchez, Soteldo, Bryan Ruiz e Jackson Porozo). Por isso, pedimos um pouco de paciência à torcida. O time está indo bem (no Campeonato Brasileiro) e esperamos nos classificar pelo menos à Libertadores, embora a nossa meta seja o título brasileiro. Apesar disso, a gente sabe que em 2020 – o último do mandato – vai colher os frutos, porque teremos um time mais equilibrado e entrosado. Tenho certeza plena de que esse time vai trazer grandes alegrias ao torcedor do Santos”, disse o presidente. Ao avaliar sua gestão, Peres disse que está cumprindo diversas propostas de campanha. Principalmente a de dividir por igual a quantidade de jogos do Santos entre a Vila Belmiro e o Pacaembu. Por mais que isso desagrade o treinador argentino e o elenco alvinegro, o mandatário garante que não mudará de ideia. “Estamos cumprindo vários dos pontos que propusemos, como o jogar 50% em Santos e São Paulo. E isso não vamos abandonar. Nós precisamos arrecadar dinheiro com bilheteria. Por isso, peço a presença dos torcedores, sócios e conselheiros em todos os jogos. Seja em Santos ou São Paulo”, falou o dirigente. Antes de encerrar o mandato, Peres revelou que quer dar início à construção de um novo Centro de Treinamento para as categorias de base e futebol feminino é um compromisso que tem com ele mesmo. “Uma questão de honra que tenho é construir um CT para a base. Mas um CT com vários campos de futebol e com estrutura para fazermos intercâmbios. A nossa infraestrutura hoje, temos que admitir, não tem capacidade para atender todas as nossas categorias de base e o futebol feminino. Nós temos uma história de revelar muitos jogadores e isso não podemos perder. Vamos lutar para que pelo menos se iniciem essas obras”, disse.