[[legacy_image_241851]] Depois de dois anos brigando contra o rebaixamento no Paulistão, o Santos volta a preocupar o torcedor com um início de 2023 ruim. Após uma vitória, uma derrota e dois empates em quatro partidas jogando um futebol decepcionante, o time alvinegro ocupa a terceira posição do Grupo A com 5 pontos e já convive com protestos da torcida, que pede contratações. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Questionado sobre o tema, o técnico Odair Hellmann admite a necessidade de reforços, mas procura dar força aos jogadores que compõem o elenco. “Não falo sobre isso publicamente porque gera expectativa, de sobe preço, desce preço. Tudo o que eu tenho de falar é internamente, falo com o Falcão, com o presidente. Meus melhores guerreiros são os que eu tenho aqui dentro”, comentou ele após o empate em 0 a 0 com o Água Santa, na quarta-feira, na Vila Belmiro. “Preciso acreditar no grupo, dar força para os caras, estou dando oportunidade a todos. Eu não poderia nem responder diferente, porque aí o presidente teria que me mandar embora. Se eu desistir no quarto jogo... Eu sou o último a pular do navio, eu sou o comandante, estou forte, firme e confiante”, concluiu. O Santos contratou, ainda em dezembro, o atacante Mendoza, o volante Dodi, o lateral-direito João Lucas, o zagueiro Messias e o velho conhecido goleiro Vladimir. Mendoza e Dodi foram titulares nos três primeiros jogos, mas foram desfalques contra o Água Santa. Messias estreou diante do São Bernardo e começou jogando novamente na quarta, enquanto João Lucas perdeu a vaga de titular. Vladimir ainda não estreou. PressãoOdair Hellmann reconhece que as dificuldades das últimas temporadas dificultam o novo trabalho. “Esse processo desses dois anos não tem como descartar. Quanto mais a gente trouxer esses dois anos aqui para dentro, pior vai ser a pressão. Eu estou há quatro jogos, estamos trabalhando para evoluir, os jogadores estão buscando o resultado até o final”, afirmou.