[[legacy_image_231152]] Apresentado como novo zagueiro do Santos nesta terça-feira (20), Messias já chegou à Vila Belmiro quebrando tabu. Diferente do que costuma acontecer nos times do futebol do brasileiro, o jogador de 28 anos escolheu ser o novo dono da camisa 24 do Peixe. Fã de basquete, o novo reforço alvinegro escolheu esse número em homenagem ao falecido jogador norte-americano Kobe Bryant. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A associação do número 24 com a homossexualidade é uma antiga polêmica criada no País por conta do jogo do bicho. "A escolha do 24 é porque sou um fã do Kobe. Li alguns livros dele já. Ele se eternizou com esse número. Acho que hoje em dia no nosso país temos um pouco de preconceito com esse número, mas isso já é ultrapassado. Pela mentalidade do Kobe, pela história que ele tem, fiz a escolha por esse número", falou o jogador durante a sua apresentação no CT Rei Pelé. Vinculado ao Santos por três anos, Messias revelou como soube do interesse do Peixe após um ano frustrante pelo Ceará, que terminou rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro, e admite que tomou um susto ao ser avisado que Paulo Roberto Falcão, novo coordenador de esportes do Santos, estava decidido a trazê-lo para a Baixada Santista. "Infelizmente não tivemos um ano muito bom no Ceará, fomos rebaixados, mas Deus tem um propósito na vida de cada um. Saí de um grande clube e vim para outro ainda maior. Quando o meu agente me mandou mensagem falando que o Falcão tinha entrado em contado, primeiro tomei um susto. Fiquei muito feliz. Eu estava em viagem com minha família, dando uma descansada, mas quando tive a notícia fui direto ao meu representante: 'prossegue com a negociação'. Graças a Deus terminou tudo bem e vou dar o meu melhor para honrar essa camisa aqui", explicou o defensor, que é muito esclarecido por conta do hábito da leitura. "Hoje eu gosto muito da leitura e gosto de tocar banjo e cavaco. Quando eu estou em casa e minhas filhas não estão dormindo, aí eu toco um banjo para me distrair. As leituras acrescentam muito na minha vida como pessoa e profissional. Procuro evoluir como atleta, pessoa, pai, amigo, filho. Acho que a leitura me ajuda muito nesse sentido", concluiu.