[[legacy_image_15576]] Após duas exibições decepcionantes do Santos no Campeonato Paulista diante da Ferroviária e do Ituano e o ataque da equipe passar em branco nessas duas partidas, o treinador português Jesualdo Ferreira admite que a pressão é grande pelo histórico e pela grandeza do Alvinegro, mas isso não o intimida. Em entrevista concedida em Itu, após a derrota por 2 a 0 para os anfitriões, o técnico chamou a responsabilidade para si sobre o fato de o time não estar rendendo o esperado pela torcida dentro de campo neste ano. “A proposta (de jogo) sou eu que faço. Eles (atletas) fazem o que peço. Há uma conversa muito boa com os jogadores sobre o que a equipe é capaz de fazer. É um processo normal de evolução. Não há outro caminho”, destacou. No próximo sábado, às 16 horas, o Peixe receberá o Palmeiras, no Pacaembu. O português sabe a importância de vencer o clássico e conta com o apoio da torcida, já que o mando da partida é do Peixe. “Aqui fica um pedido: sei que temos muitos torcedores em São Paulo e espero que o estádio esteja cheio, com os torcedores apoiando e incentivando a equipe”, afirmou. Falta de confiança Sobre o duelo contra o Ituano, o técnico elogiou o adversário e entende que o Santos começou a partida melhor. Porém, ele admite que a equipe sentiu bastante o gol de Yago, aos 11 minutos do primeiro tempo. Na avaliação dele, o time perdeu a confiança após ter saído atrás do placar. Por outro lado, Ferreira enxerga que o time reagiu bem na etapa final ao apresentar mais intensidade, agressividade e controle de bola. O português acha que a partida ganharia outros contornos caso o Peixe tivesse feito um gol. O treinador apontou ainda que a equipe está “muito mais forte fisicamente e muito mais capaz”. “No segundo tempo, demos uma resposta que espero que seja o futuro do Santos, quando os jogadores acreditarem que podem jogar melhor”, completou.