[[legacy_image_7759]] Assim que o Brasileiro for reiniciado, no dia 13 de julho, o Santos se verá diante do mesmo impasse que dividiu opiniões entre jogadores, comissão técnica, diretoria e torcida em todo o primeiro semestre: mandar os jogos no Pacaembu ou na Vila Belmiro. Levantamento mostra que o time arrecada mais na Capital, mas ganha mais jogos na Vila. Até a pausa para a realização da Copa América, o Peixe disputou 17 jogos como mandante e teve um público total de 225.425 mil pessoas. A renda obtida nesses compromissos foi de R\$ 3.064.200,67. Das 17 partidas, 10 foram realizadas no estádio do Pacaembu e sete na Vila Belmiro. No estádio da Capital, o público total foi de 155.582 pessoas e a renda de R\$1.828.902,25. Detalhe: nos confrontos contra Oeste e Novorizontino, pelo Campeonato Paulista, Vasco, pelo Campeonato Brasileiro, e América-RN, pela Copa do Brasil, o Santos teve prejuízos financeiros que, somados, chegam a R\$ 156.727,68. Já no Alçapão Alvinegro, o público total foi de 69.843 pessoas e a renda de R\$ 1.235.298,42. Ou seja, apesar do deficit, os confrontos realizados no Pacaembu atraíram 85.739 pessoas e fizeram entrar R\$ 593.603,83 a mais do que nos jogos da Vila Belmiro. Porém, é preciso fazer a ressalva de que o Peixe mandou três jogos a mais em São Paulo do que na Baixada Santista. Números em campo Se o aspecto financeiro se mostra favorável ao Pacaembu, os resultados em campo pesam para o lado da Vila Belmiro. Na Capital, o Santos conquistou oito vitórias, um empate e uma derrota, o que representa um aproveitamento de 83%. Porém, é preciso salientar que foi no Pacaembu que a equipe de Jorge Sampaoli acabou eliminada da Copa Sul-Americana, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. Já na Vila, foram seis triunfos e um empate, aproveitamento de 87%.