[[legacy_image_249755]] Apesar do empate por 2 a 2 com o Corinthians, na Vila Belmiro na tarde deste domingo (26), o técnico Odair Hellmann voltou a observar o crônico problema do Peixe: a bola parada defensiva. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! As duas bolas na rede corintianas foram iniciadas desta forma: na primeira, após cobrança de falta, e na segunda, depois de escanteio. “Fizemos um bom jogo principalmente até os 30 minutos do primeiro tempo, enquanto o segundo foi mais truncado. Talvez a gente não tenha criado tantas oportunidades, mas às vezes tivemos o controle das ações e, de novo, a bola parada fez a diferença em momentos em que estávamos melhores e com domínio da partida”, comentou o treinador. Embora tenha considerado justa a igualdade, o técnico Odair Hellmann acredita que as possibilidades no clássico seriam maiores se o Peixe não tivesse acumulado o cansaço do meio de semana. Na última quinta-feira (23), o Santos foi ao Distrito Federal e bateu o Ceilândia por 1 a 0, avançando na Copa do Brasil. O Corinthians, por sua vez, não teve partidas no mesmo período. “Se tivéssemos melhor condição física, o jogo poderia ter sido diferente. Isso eu afirmo. Não sei se ganharíamos ou não, porém teríamos mais intensidade de marcação e mais transições em velocidade como no primeiro tempo. E buscamos o placar mesmo assim. A não ser o Rwan (que entrou por último, em lugar de Mendoza), todos os outros (que foram substituídos) pediram para sair”, explica.