[[legacy_image_100108]] “A responsabilidade é detectar o que o grupo pode nos dar em relação a características. Tardelli, Baptistão e Velázquez estão chegando. Já dei uma olhada (no elenco), principalmente no aeroporto. É fazer um bom trabalho para que o Santos melhore”, disse Carille aos repórteres que estavam no local. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Mas, apesar de ter falado como novo comandante do Peixe, o treinador fez questão de dizer que as conversas com a diretoria do Santos ainda estão em andamento. “Acabei de falar com meu empresário. Existe, sim, uma conversa com o presidente Rueda. O quanto antes, me encontrarei com quem cuida da minha carreira para entender melhor tudo isso”. O Santos vive uma situação delicada na temporada. Lutou para não ser rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paulista, foi eliminado da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, está em 13º lugar no Brasileirão e precisa vencer o Athletico-PR para avançar na Copa do Brasil. Nada disso parece assustar o técnico. “Não me preocupa. Aceitei um desafio pior no Al-Ittihad. Nas últimas três temporadas eles tiveram 11 técnicos. E eu fiquei um ano e sete meses. (Futebol) É resultado, sabemos, mas sem medo de encarar. Sabia desde que escolhi a profissão”. Como já era esperado, Carille foi questionado sobre o DNA ofensivo do Santos. Ele, que prima pelo estilo defensivo de seus times, diz se preocupar com o DNA vencedor e lembrou o Corinthians de 2018. “Dei continuidade no Corinthians ao que aprendi, O DNA implantado pelo Mano em 2008 e 2009, veio o Tite e dei sequência. Meu trabalho no Al-Ittihad mostra diferenças, assim como o Corinthians principalmente em 2018, que propunha e ficava com a bola”.